quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Que posso fazer ?

Mais uma grande pescaria feita pelo meu mestre F.E. que posso fazer eu se não deliciar-me com a foto e pedir que ele não os apanhe todos para quando lá for ao nosso cantinho eles ainda por lá andarem eheheh

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A fábula do mestre e do aluno

Era uma vez um mestre que resolveu dar uma pequena lição ao aluno e fez isto

O aluno bem tentou,tentou mas só fez isto :( só vem provar que ainda me falta moer muita sardinha para atingir a bitola do mestre

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Anatomia de um anzol

Ao ler um artigo bastante interessante sobre a anatomia de um anzol resolvi publicar o mesmo aqui salvaguardando que o mesmo pertence e está publicado no Forum do Mar mas que devido á sua importancia acho que merece ter a sua divulgação junto dos companheiros que o desconheçam.
1. Olhal – O olhal é o local onde iremos prender a nossa linha. Este pode ter 3 formas, argola, agulha ou pata e em função do ângulo que forma com a haste pode ser caracterizado em 3 tipos, fechado, recto ou aberto;

2. Haste – É a parte rectilínea do anzol e tem como função evitar o corte da linha por parte do peixe. A escolha do tamanho da haste do nosso anzol está intimamente relacionada com o peixe que pretendemos pescar, fundamentalmente com a dureza da sua boca, com a sua dentição e com a sua pressão mandibular. Nalguns casos a haste poderá ser farpada para ajudar à fixação do isco;
3. Curvatura – Quando o anzol se encontra posicionado na vertical a curvatura é a zona curva que se encontra no fundo. Pode parecer pouco importante mas é a zona do anzol onde se fará sentir maior resistência depois de fisgado o peixe. Esta curvatura pode ser obtida por dobragem da haste no seu fabrico ou fundida com a sua forma definitiva;
4. Ponta – A ponta é a parte afiada que se encontra voltada para cima. Será escusado referir a importância de de se encontrar bem afiada, sem ferrugem e sem dobras para que possamos ferrar devidamente o nosso peixe;
5. Barbela – É a pequena protuberância bem afiada que se encontra bem abaixo da ponta. Sejam bem cuidadosos com a barbela. É muito afiada e encontra-se apontada para baixo o que a vai fazer ficar agarrada firmemente ao peixe. Dada a sua natureza agarra-se facilmente na vegetação, nas algas, nos detritos, nas nossas roupas, na nossa pele ou mesmo aos nossos olhos.
6. Garganta – É a linha perpendicular imaginária que, vai do ponto interior mais baixo da curvatura até se cruzar com a sua perpendicular traçada a partir da ponta do anzol;
7. Abertura – É a distância entre a ponta do anzol e a sua haste. A abertura é uma característica importantíssima na escolha de um anzol. Devemos escolhe-la mais aberta ou mais fechada em função do peixe que pretendemos capturar.

Factores a ter em conta na escolha de um anzol
A escolha deverá ser feita sempre de forma pensada atendendo a 6 factores:

1. Tipo de Peixe
2. Tipo de Anzol
3. Tamanho do Anzol
4. Tipo de Linha
5. Tipo de Isca
6. Tipo de Pesca

Qual destes factores é mais importante na escolha do anzol?

Esta é uma pergunta polémica e muitas discussões se formam à volta deste assunto. Para mim TODOS os factores são importantes mas, se tivesse que escolher o mais importante, escolheria o tipo de anzol.
Que anzol devo escolher para um determinado peixe?
Na minha perspectiva torna-se mais simples responder a esta questão invertendo-a “Que anzol não devo escolher para ele?”.
Em primeiro lugar devo atender às características físicas do peixe que pretendo pescar.

1. Tamanho do peixe
Se estiver a pescar um peixe grande dificilmente o conseguirei puxar com um anzol pequeno.

1. Configuração e tamanho da boca
Esta característica é fundamental.
Num peixe de boca grande e macia poderemos utilizar um anzol maior.
Num peixe de boca mais pequena e dura teremos que optar por um anzol mais pequeno e de conformação que permita que ele penetre completamente na boca.

Conclusão
Como em tudo na vida deveremos ter o bom senso necessário para conseguir pesar todas as variáveis, por forma a conseguirmos fazer a escolha mais acertada.
Há duas formas de aprendermos qualquer arte, com um bom professor ou por tentativa erro. Esta é a forma que eu aconselho. Deveremos experimentar várias opções e ver as que funcionam melhor em determinadas condições.
Anote as suas experiências e verá que mais tarde ou mais cedo vai dar bom uso aos seus apontamentos.
Nós aqui vamos tentar ajudá-lo não com uma receita milagrosa mas tentando mostrar-lhe as opções que tem à sua disposição.
Este é o primeiro artigo, de uma série dedicada à pesca desportiva, onde tentaremos dar-lhe os instrumentos que o ajudarão a melhorar as suas performances como pescador.



domingo, 12 de agosto de 2012

Bogas,,,Bogas,,,Bogas,,

Aproveitando a noite de verão que estava e o mar calminho convidei o meu amigo João para irmos brincar um pouco á noite para ver se faziamos uns carapaus e tambem para eu começar a pôr em prática os ensinamentos do meu mestre e amigo F.E. posso dizer que certamente bati o meu recorde pessoal em bogas e não eram boguinhas mas sim bogonas tal era o tamanho delas,carapaus nem vê-los e cavalas tambem não mas quem luta sempre alcança acabei a noite com este belo sargo que deixou-me um pouco mais bem disposto,quanto ao meu amigo João que se queixava que há muito não apanhava peixe as 23 horas já me dizia com um ar desanimado «« vamos embora que estou farto de apanhar bogas »» eheheheh

OS PARGOS ADORARAM

Uma isca de excelência para um peixe de excelência ,os pargos chamaram-lhe um pitéu